Descubra respostas às 10 questões mais comuns sobre e-commerce!

Quer saber as respostas às perguntas mais frequentes sobre o e-commerce?

Quer saber as respostas às perguntas mais frequentes sobre o e-commerce?

Quer saber mais sobre marketing digital? E se tivesse a oportunidade de perguntar a um perito sobre e-commerce, que questões farias? Convém saber escolher as perguntas a colocar aos especialistas. Elas são um meio fundamental que nos permite expandir o nosso conhecimento.  

Fazer uma questão permite-nos ficar a conhecer outros saberes, contactar com novas ideias, especialmente quando fazemos as perguntas certas a peritos na matéria. Ora, perguntar de forma pertinente a especialistas revela-se o ponto de partida para alcançar conhecimento.  

Desta forma, tivemos o cuidado de selecionar 10 questões comuns sobre e-commerce. Queres saber quais as respostas às perguntas mais frequentes sobre este tema?  

1. O que é o e-commerce?

O e-commerce tem adquirido um espaço de relevância no mundo dos negócios. Trata-se de uma oportunidade aproveitada por muitas empresas para gerar mais lucros para as suas marcas, permitindo compras online.  

O comércio eletrónico, como também é designado, é um meio que permite aos consumidores que transacionem bens e serviços a qualquer hora, independentemente da sua localização geográfica.  

Através da internet, esta modalidade de comércio possibilita a comercialização de produtos e/ou serviços, sem a existência de barreiras temporais ou de distância. As transações podem ser realizadas por via de diferentes dispositivos eletrónicos, como computadores, tablets e smartphones. 

2. Que tipos de e-commerce existem?

Como acontece nos negócios “tradicionais”, há vários tipos de e-commerce, nomeadamente:  

  • B2B (Business to Business): este modelo de e-commerce é realizado entre duas empresas ou com o propósito de revenda; 
  • B2C (Business to Consumer): este modelo de comércio eletrónico é o mais comum, usado frequentemente por empresas e negócios que pretendem disponibilizar a sua oferta, também em formato online, complementando o formato tradicional.  

Há diversos exemplos (Continente, Fnac, Worten) que usam o mesmo stock para alimentar a loja física e online. Exemplos como a Farfetch e a Prozis revelam outro lado e têm surgido empresas como estas, com lojas online, mas sem presença física. Estas empresas fazem do canal online o seu motor de venda entre marca/negócio e cliente final. 

  • C2C (Consumer to Consumer): todos conhecem sites como o OLX, CustoJusto,… Quem nunca vendeu algo pela Internet? O modelo C2C dá a oportunidade do consumidor vender algo a outro consumidor. Existe ainda o exemplo do marketplace do Facebook, que exemplifica como este modelo funciona, envolvendo transações entre dois ou mais consumidores, através de um marketplace; 
  • C2B (Consumer to Business): provavelmente, este será o modelo de negócios mais recente. O C2B é centrado nos consumidores que criam valor e as empresas aproveitam, consumindo esse valor.  

Um exemplo de C2B consiste nos consumidores que oferecem produtos e serviços às empresas em troca de algum tipo de pagamento.  

Há blogs ou fóruns de internet em que o autor cede um link para um negócio online. Desta forma, facilita a compra de um determinado produto e também contribui para a promoção de soft skills em sites de oportunidade de emprego e trabalho remoto, promoção de serviços para empresas, entre outros exemplos. 

Outro exemplo, quando um consumidor escreve críticas, pode prestar um serviço e contribuir com uma ideia útil para o desenvolvimento de novos produtos. Ora, com esse procedimento, o consumidor está a gerar mais valor para o negócio.  

3. Quais as vantagens do e-commerce?

Existem várias vantagens do e-commerce em comparação com as lojas físicas, nomeadamente:  

  • Ter um maior alcance: os clientes podem encontrar-se em todo o mundo, sem limitações geográficas; 
  • Custo inicial reduzido: ter uma loja online revela-se um investimento residual, nomeadamente quando se compara com o custo de abrir uma loja física; 
  • Administrar uma loja online é mais fácil, desde que tenha acesso à internet; 
  • Ter uma loja online permite apresentar um negócio aberto ao público 24 horas por dia; 
  • Considerar que a diversidade de produtos de uma loja online é notável. Não é necessário ter um espaço físico para armazená-los e apresentá-los. Exibir todos os produtos/serviços oferecidos pela marca é fácil e pode ser feito de forma simples e organizada; 
  • Possuir uma loja online, permite compras mais rápidas e cómodas; 
  • Reter clientes, usando estratégias como promoções, ofertas e vales de desconto; 
  • Facilitar a comunicação para com o público-alvo, pois esta é imediata; 
  • Acompanhar o percurso de cada cliente na loja; 
  • Conhecer todas as leads e compreender como otimizar para uma conversão; 
  • Analisar os resultados da loja online (nomeadamente, número de visualizações de um produto ou abandono de carrinho) e utilizar essa informação para orientar futuras decisões. 

4. Quais as desvantagens do e-commerce?

Antes de iniciar a sua jornada como empreendedor online, deve compreender que as lojas online têm pontos menos favoráveis em comparação com as lojas físicas. Eis algumas das desvantagens do e-commerce:  

  • A concorrência é feroz porque, se o cliente pode surgir de qualquer lado, a concorrência também. É necessário destacar-se para atrair clientes, porque o mercado online é altamente competitivo. 
  • Os prazos de entrega são longos. Portanto, um cliente pode sempre preferir uma compra numa loja física, porque fica logo com o produto. Os prazos de entrega podem ser mais longos do que o desejado, sendo que o fornecedor e a localização dos clientes são variáveis que podem impactar nos tempos de entrega. Para uma empresa ter sucesso neste universo, é fundamental ser transparente com os seus clientes relativamente aos prazos dados. 
  • Como o cliente não tem o produto nas mãos, quando chega, pode preferir outra coisa. É importante saber como lidar com devoluções. Ora, o processo de devolução de produtos pode revelar-se bastante complicado, especialmente quando esse processo envolve envio e reembolso. 

5. Como começar uma loja (de nicho ou uma loja geral) online?

Uma loja de nicho está centrada num segmento específico do mercado. Por exemplo, focada em roupas desportivas ou em produtos para animais de estimação. Haver esse foco num público-alvo específico pode revelar-se vantajoso, pois permite disponibilizar produtos altamente especializados. O aumento da reputação permite atrair clientes mais interessados e dispostos a comprar, sendo mais fácil fidelizar o cliente. 

Uma loja geral apresenta uma variedade de produtos mais ampla. Por isso, permite atender diversos tipos de clientes. Ora, como tem um público mais alargado, há maior concorrência. Logo, destaca-se entre os competidores e é mais desafiante.  

Não há uma melhor opção. Tudo dependerá dos interesses da cada um. Com os conhecimentos adequados e os recursos certos, ambos os modelos podem ser lucrativos. 

6. Quais os pontos-chave na criação de um projeto de e-commerce?

Não é fácil criar uma estratégia de e-commerce do zero, até porque cada modelo de negócio tem necessidades específicas. No entanto, para se ter sucesso, há alguns pontos-chave comuns à maioria dos projetos de lojas online.  

Na criação de um projeto de e-commerce, há 8 pontos-chave com que se deve ter uma particular atenção: 

  1. Produto 
  1. Sistemas 
  1. Logística 
  1. Transportes 
  1. Métodos de pagamento 
  1. Serviço ao cliente 
  1. Plataforma de e-commerce 
  1. Plano de Marketing Digital  

Desta forma, tem uma noção dos elementos fundamentais que constroem a estrutura básica de um e-commerce. 

7. Como identificar e segmentar o seu público-alvo?

É fundamental identificar e segmentar o seu público-alvo para que a sua loja online tenha sucesso. Para se conseguir que as pessoas se interessem pelos seus produtos, faz parte do processo direcionar os seus esforços de marketing.  

Há dados relevantes que permitem identificar o seu público-alvo. Para o fazer da melhor forma, pode ter em conta diferentes variáveis, como características demográficas, nomeadamente: 

  • idade 
  • género 
  • localização 
  • interesses.  

Compreender os clientes mais indicados é importante, identificar os seus problemas, propor-lhes soluções, identificar necessidades e desejos e usar esses conhecimentos, criando mensagens de marketing direcionadas e relevantes. 

Após identificar essas informações relevantes sobre o seu público-alvo, é possível segmentá-lo de forma mais aprofundada. Pode dividir o seu público-alvo em grupos menores, tendo por base os seus interesses e comportamentos. Desta forma, a abordagem de marketing poderá ser personalizada para garantir campanhas bastante mais eficazes. 

Tentar agradar a todos é um erro comum. O foco deve ser o seu público-alvo. Aumentará as suas probabilidades de sucesso se desenvolver uma estratégia de marketing específica para atendê-lo. 

8. Por que razão se deve estudar a concorrência? 

O conhecimento sobre a concorrência é fundamental para se ter sucesso num mercado extremamente competitivo. Aproveitar os pontos fracos e os pontos fortes da concorrência é sensato.  

É importante ter uma visão estratégica do negócio, encontrar novas oportunidades que os concorrentes não se encontram a explorar e/ou evitar investimentos em algo que não está a ter retorno. Não basta identificar o que os outros fazem. É necessário fazer diferente e fazer melhor.  

9. Quais as principais características num e-commerce?

O trabalho de e-commerce não se cinge à criação e otimização de um website, embora sejam elementos fundamentais. Proporcionar uma boa experiência no site (desktop ou mobile) é uma etapa fundamental.  

Ter um site fácil de usar, estável, intuitivo e rápido é uma etapa crucial. É também importante trabalhar fora do site, na aquisição de tráfego, na captação de potenciais clientes que irão maximizar a conversão.  

O checkout merece uma boa parte da atenção e tem de ser otimizado. Os números indicam que há perdas de vendas na fase final da compra. Ter um processo complexo e demorado é um erro. Para maximizar as vendas, simplifique o processo. Todos os detalhes são importantes! 

Deve acompanhar o comportamento do cliente ao longo de todo o processo de compra, compreender as diferentes abordagens e ir testando diferentes possibilidades para ver quais as que funcionam melhor.  

Para assegurar maior precisão, convém trabalhar em tempo real na gestão de stocks, nos preços apresentados, nas campanhas criadas, nas respostas dadas aos clientes. A comunicação deve ser rigorosa, transparente e realista para se ter entregas consistentes.  

As entregas devem ser rápidas e claras para os clientes. O serviço ao cliente deve ser de qualidade. Deve haver trabalho no sentido de garantir com rapidez uma resolução dos problemas. 

10. O consumidor português está preparado para o crescimento do e-commerce?

Sim! O crescimento do e-commerce é evidente em todo o mundo e também no nosso país. As expectativas dos consumidores são cada vez mais elevadas. Portanto, com a sua exigência, este modelo de negócio tem tudo para ser impulsionado. Os consumidores obrigam os players de e-commerce a melhorarem continuamente.  

O consumidor português já ultrapassou a barreira psicológica da recorrer a meios de pagamento para compras à distância. Inicialmente, e durante muito tempo, os pagamentos por multibanco eram privilegiados. 

Contudo, a confiança do consumidor surgiu naturalmente com a inovação que tem existido nesta área (MBWay, PayPal, Wallets digitais). A implementação de protocolos de segurança contribuiu decisivamente para essa mudança de mindset. 

Um parceiro Digital com know-how

Para se ter sucesso no marketing digital há que ter conhecimentos na área, ora, neste universo tão competitivo revela-se bastante vantajoso contar com uma empresa como a BDCA Digital. Ter um parceiro em tecnologia e marketing revela-se um passo decisivo, nomeadamente, quando há interesse em fazer do e-commerce um sucesso. É como ter um trunfo na manga, porque o conjunto de especialistas da agência permite que a sua empresa consiga superar a concorrência feroz. 

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